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O Mercado do Peixe de Olhão acolheu, na passada segunda feira, 17 de setembro, o Fórum “Cavalos-Marinhos da Ria Formosa”, uma organização da Sciaena – Oceanos # Conservação # Sensibilização e da Associação Natureza Portugal/World Wide Fund for Nature (ANP/WWF), que debateu o estado das populações de cavalos-marinhos da Ria Formosa.

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Neste encontro debateram-se questões sociais, legais, económicas e o estado de conservação das populações destas espécies que já foram consideradas as maiores do mundo, contando com o patrocínio da Fundação Oceano Azul do Oceanário de Lisboa e os apoios da Câmara Municipal de Olhão e do GAL Pesca Sotavento.

Mais de 60 participantes, entre pescadores comerciais e recreativos, mariscadores, investigadores, empresários, estudantes, professores e ambientalistas, narcaram presentes neste fórum, mostrando “os distintos contactos que foram realizados ao longo dos três meses em que o projeto esteve no terreno”, disse Rita Sá, uma das responsáveis pelo projeto e especialista em Oceanos e Pescas na ANP/WWF. Para a bióloga, “foram colocadas várias questões pelos participantes que dificilmente terão resposta sem o envolvimento a longo prazo de todas as partes interessadas”.

Gonçalo Carvalho, da Sciaena, evidenciou “que a questão da captura ilegal de cavalos marinhos é apenas um de inúmeros problemas e desafios que a ria enfrenta, ao qual não podemos voltar as costas. Ficamos chocados com as notícias de extinção de espécies emblemáticas noutros locais do Mundo, como os rinocerontes-brancos ou os orangotangos, mas a maioria das pessoas nem se apercebe que o mesmo pode estar a acontecer aqui no nosso País. Não podemos deixar que isto aconteça aos cavalos-marinhos”.

Para Tiago Pitta e Cunha, da Fundação Oceano Azul, “esta reunião mostra que o Algarve está a começar a despertar para o flagelo do desaparecimento em massa dos cavalos-marinhos da Ria Formosa. Trata-se de uma espécie que poderá desaparecer a curto prazo, mas que a manter-se poderia ser um símbolo forte desta região.”

Este evento aconteceu no âmbito de uma campanha de sensibilização promovida pela Fundação Oceano Azul com o objetivo de alertar para as ameaças a estas populações e à sua captura ilegal na Ria Formosa.

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O presidente do Município de Olhão, António Miguel Pina, presidiu hoje ao lançamento da primeira pedra da construção da nova escola EB1 Nº5. Aqueles edifícios, que já necessitavam de obras de fundo, serão totalmente remodelados e surgirão novos espaços e serviços. A nova escola custará cerca de 2 milhões de euros e deverá estar a funcionar no ano letivo 2020/2021.

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”Este era um investimento que já estava para acontecer há algum tempo e, finalmente, conseguimos arrancar com as obras”, referiu o edil, satisfeito com as melhorias que aqui vão surgir. O custo da intervenção será repartido entre fundos comunitários, através do programa Algarve 2020 (60%), e a autarquia.
“Vamos remodelar as seis salas de aula existentes nos edifícios do plano centenário e surgirão três novas salas. No edifício novo, haverá também uma unidade multideficiência, que será uma referência no concelho e em todo o sotavento algarvio”, revelou António Miguel Pina, durante a visita às obras, que já começaram, a cargo da empresa Martins & Gago.

No novo edifício, que surgirá ao lado dos já existentes, ficarão localizadas, para além da unidade multideficiência, a portaria, sala de professores, cozinha, refeitório, arrecadações, biblioteca e sala polivalente. A nova escola passará a contar com nove salas de aula, com capacidade para mais de 200 alunos, e terá também uma horta pedagógica, três parques infantis e os antigos pátios serão recuperados e devolvidos às brincadeiras dos alunos.

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Enquanto não reabre, totalmente renovada, os alunos desta instituição de ensino estão a ter aulas na Escola Prof. Paula Nogueira, em monoblocos de elevada qualidade do ponto de vista térmico e de insonorização, climatizados e com todos os equipamentos necessários para o bom funcionamento das aulas.

António Miguel Pina revelou hoje que também a Escola Prof. Paula Nogueira será alvo de importantes obras de melhoramento, no valor de 3,2 milhões de euros. O concurso será lançado no próximo ano. “É uma obra para fazer ainda neste mandato”, garantiu o autarca, referindo que “a educação é um dos pilares deste Executivo. Em cinco escolas que foram contempladas com fundos comunitários no Algarve, duas foram em Olhão, o que é de realçar”, destacou o autarca olhanense.

“Quero terminar este mandato com todas as escolas requalificadas”, garante ainda António Miguel Pina, revelando que “falta remodelar a EB Nº4, cujo projeto deverá estar pronto até final do ano. Temos já pronto o projeto de requalificação da escola de Quelfes e vamos iniciar os projetos das escolas Nº1 e de Brancanes”. Estas, para já, não têm financiamento, devendo as obras ascender a cerca de 2 milhões de euros.

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A temporada 2018-2019 do Auditório Municipal de Olhão abre no sábado, 21 de setembro, às 21h30, com a subida ao palco de Viviane, que traz à cidade cubista um espetáculo onde revisita alguns dos maiores êxitos de Edith Piaf.

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Doze anos após ter iniciado a sua carreira a solo, Viviane lançou em 2017, através da sua própria editora, Zipmix Records, um novo CD, intitulado "Viviane canta Piaf".

Viviane cresceu a ouvir e admirar grandes nomes da música francesa, de entre os quais se destaca Edith Piaf, que exerceu uma grande influência na sua paixão pela música e na sua decisão de enveredar por uma carreira artística.  

Canções como “La vie en rose”, “Padam Padam”, “Non rien de rien”, “Sous le ciel de Paris”, “Milord” ou “Mon dieu” entre outros, marcados por histórias de amor e tragédia, integram um espetáculo repleto de emoção, em que Viviane leva o público numa viagem até Paris nos longínquos anos 40-50 do século passado.

Neste concerto, Viviane será acompanhada por João Gentil no acordeão, Tó Viegas na guitarra acústica, João Vitorino na guitarra elétrica, Filipe Valentim no piano e Bruno Vítor no contrabaixo.


Começa esta sexta feira, 14 de setembro, o FOMe – Festival de Objectos e Marionetas & Outros Comeres. Até dia 29, a iniciativa, organizada em rede pelos municípios do Algarve Central – Olhão, Faro, Loulé, Albufeira, S. Brás de Alportel e Tavira – e programada e produzida pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, apresenta uma programação repleta de espetáculos onde as marionetas são rainhas.

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No sábado, 22 de setembro, data do início do festival em Olhão, a companhia de Lagoa A Barraca do Gregório traz à Avenida da República, junto à Sociedade Recreativa Progresso Olhanense, pelas 11h00, o espetáculo “D. Roberto O Algarvio”.

Descendentes do Pulcinello italiano, do Guignol francês e do Punch inglês, os Robertos são de raíz extremamente popular, caracterizando-se pela sua voz única e pelas suas histórias curtas e cheias de ação, a maior parte das vezes herdadas por tradição oral e adaptadas a cada realidade sociopolítica e religiosa.

Os Robertos chegaram aos nossos dias pelas mãos de bonecreiros como o Mestre António Dias, o Mestre António Rosado ou o Mestre Domingos Moura, que eram frequentemente encontrados nas praias do Norte, nas feiras e romarias e nas ruas e jardins das grandes cidades como o Porto e Lisboa.

Neste espetáculo, o público poderá assistir às histórias “D. Roberto e a namorada” e “O burro teimoso”.

Meia-hora mais tarde, às 11h30, haverá lugar para o espetáculo “Pulcinella”, trazido ao FOMe pela italiana Irene Vecchia.

O Guarattelle é a forma tradicional napolitana de teatro de rua, criada com a técnica de bonecos de luva. A arte de Guarattelle é uma tradição popular transmitida oralmente há mais de 500 anos em Itália.

A personagem principal - Pulcinella - é um ser livre que, com sua voz mágica, encena o eterno conflito entre o bem e o mal. Pulcinella representa as emoções da vida humana em que cada espetador se vai reconhecer. Este é o segredo de uma tradição oral antiga, sendo um espetáculo social e sempre vital, uma representação irónica e uma sátira do ser humano.

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À tarde, a partir das 18h00, no mesmo local, o público terá oportunidade de assistir ao espetáculo “Punch and Judy”, trazido de Inglaterra pelas mãos de Clive Chandler.

O marionetista, com mais de 30 anos de experiência, é um líder deste tipo de teatro tradicional de Inglaterra. A performance é muito ritmada e engraçada, com uma série de marionetas de luva, que incluem o Polícia e o Crocodilo. No final, o Diabo é derrotado.

Às 18h30, será a vez da companhia vila-condense Lafontana apresentar “Mamulengo Capiroto”, uma forma de teatro tradicional praticada na sua essência por artistas do povo, de características genuinamente populares, onde os atores são bonecos que falam, dançam, brigam e, quase sempre, morrem.

“Mamulengo Capiroto” vem dar continuidade ao projeto de investigação que o grupo vila-condense tem vindo a realizar sobre este teatro ao longo dos últimos 15 anos, refletindo e revelando de modo singular a relação entre esta manifestação e os seus congéneres em Portugal.

A programação do FOMe em Olhão prossegue no domingo, 23 de setembro, às 09h30, com o workshop de construção e manipulação “Teatro D. Roberto”.

A oficina pretende sensibilizar os formandos para o universo do teatro de marionetas, através da construção de uma marioneta de luva. Esta técnica vai ao encontro da tradição portuguesa do teatro de marionetas - o Teatro D. Roberto - no âmbito da sua história e contexto artístico.

Os participantes irão conceber uma marioneta de luva, adquirir noções básicas de manipulação e realizar pequenos ensaios para a prática dos conhecimentos adquiridos ao nível da manipulação. 

A iniciativa, que acontece na Sociedade Recreativa Progresso Olhanense, destina-se a educadores, professores, atores, artistas plásticos e público em geral, e as inscrições encontram-se abertas através dos contactos 289 700 130, ou rpublicas@cm-olhao.pt.

O dia termina às 18h00, de novo frente à coletividade, com a apresentação de “Un elefante com hambre”, que chega da Argentina pelas mãos de Gustavo Tuti Nuñez.

O espetáculo conta a história de um elefante que tem tanta fome que a sua barriga não para de fazer barulho. Lá dentro, há um circo de fome: mágicos, trapezistas, equilibristas, e até um cantor de tango.

A programação do FOMe em Olhão é integralmente de acesso gratuito.

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Tem início a 22 de setembro o ciclo de 10 ações de formação organizadas pela Biblioteca Municipal José Mariano Gago, dedicado a pais, educadores de infância, técnicos auxiliares de ação educativa, amas e público interessado na temática, que vai abordar mensalmente um conjunto alargado de assuntos ligados à infância.

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“Escola de pais… porque os filhos não nascem com manual de instruções” é o tema das ações, que pretendem constituir um meio de esclarecimento de questões colocadas por quem, pai, familiar, ou profissional, lida com crianças no dia-a-dia.

A primeira ação de formação decorre a 22 de setembro, das 11h00 às 12h30, e 26 de setembro, das 17h30 às 19h00. A formadora Anabela Morte abordará temas como o stress pós-parto, o papel da mãe e do pai, os afetos, as visitas ao recém-nascido, ou leite materno e amamentação.

As restantes sessões encontram-se assim agendadas:

2ª sessão - 20 e 24 de outubro
Tema: as noites, o sono e a passagem da criança para o seu próprio quarto;

3ª sessão - 17 e 21 de novembro
Tema: o regresso dos pais ao trabalho, a creche, o jardim de infância e o papel dos pais na escola;

4ª sessão – 5 e 15 de dezembro
Tema: a estimulação do desenvolvimento global: as aprendizagens começam no nascimento;

5ª sessão - 19 e 23 de janeiro
Tema: os problemas de saúde mais frequentes nas crianças, e como lidar com eles;

6ª sessão – 15 e 20 de fevereiro
Tema: como lidar com o ciúme fraterno, preparar a chegada de um novo irmão e as birras e as afirmações da personalidade;

7ª sessão – 15 e 20 de março
Tema: lidar com o crescimento de um filho, estilos de parentalidade;

8ª sessão – 20 e 24 de abril
Tema: que apoios para as crianças com necessidades educativas especiais;

9ª sessão – 18 e 22 de maio
Tema: brincar é uma coisa séria;

10 ª sessão – 05 e 15 de junho
Tema: estimulação da fala e da linguagem na primeira infância.

A participação em cada uma destas sessões tem um custo de 5 € e a cada participante será atribuído um certificado.

As inscrições poderão ser efetuadas junto da Biblioteca Municipal José Mariano Gago, através do telefone 289 700 130, ou do correio eletrónico biblioteca@cm-olhao.pt.

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