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Assinalam-se hoje, 15 de novembro, os 210 anos da assinatura do Alvará Régio através do qual Olhão foi elevado à categoria de Vila. Como consequência, a cidade deixaria de depender administrativamente de Faro e constituir-se-ia depois como concelho. A Câmara Municipal evoca esta data, a partir de hoje e até final do ano, com a exibição de um painel em formato gigante, à entrada do edifício dos Paços do Concelho, que transcreve o Alvará assinado pelo futuro Rei D. João VI.

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Foi graças ao carácter lutador do povo de Olhão que o dia 16 de junho de 1808 ficou reservado na História. A revolta popular, que marcaria o início da expulsão do exército napoleónico de Portugal, teve início em Olhão, alastrando-se de seguida a toda a região e, mais tarde, a todo o país. 

Expulsas que haviam sido as tropas francesas do território algarvio, é formada a Junta Governativa do Algarve pela qual é decidido levar a boa-nova ao conhecimento do Príncipe, então deslocado no Brasil. Data de 6 de julho desse ano a partida do Caíque Bom Sucesso, rumo ao Brasil, cuja tripulação era composta por 17 olhanenses, entre os quais se encontrava o Mestre Manuel Martins Garrocho, comandante da embarcação. Com apenas uma paragem na Ilha da Madeira, marcada pelo embarque do único tripulante não olhanense, a viagem culminaria, passados cerca de dois meses e meio, no Rio de Janeiro, precisamente a 22 de setembro. 

Seria esse grupo de valorosos homens do mar que traria até Olhão o Alvará, documento de inigualável importância para a sua história, agraciando a povoação e os seus habitantes com a tão ambicionada elevação, do então Lugar de Olhão, a Vila de Olhão da Restauração, estabelecendo que o mesmo “tenha e goze de todos os privilégios, liberdades, franquezas, honras e isenções de que gozam as Vilas mais Notáveis do Reino”, evidenciando o reconhecimento do Príncipe Regente, futuro D. João VI, pelos atos heroicos do povo olhanense. 

Para além da elevação do lugar a Vila, o documento permitiria ainda aos habitantes de Olhão usar uma medalha na qual estariam inscritas a letra O (de Olhão) e a legenda “Viva a Restauração e o Príncipe Regente Nosso Senhor”. Consequência da elevação à prestigiosa categoria de Vila seria a importantíssima constituição do concelho de Olhão e, mais do que isso, a persistente vontade olhanense da separação de Faro.

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O Município de Olhão associa-se à celebração do Dia Internacional da Prematuridade, que se assinala no próximo sábado, 17 de novembro. Nesse dia, o edifício dos Paços do Concelho estará iluminado de roxo, tal como acontece em muitos outros concelhos a nível nacional.

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Um em cada 10 bebés que nasce em todo o mundo é prematuro, o que corresponde a cerca de 15 milhões de crianças. Os últimos dados estatísticos mostram que, em Portugal, a taxa de prematuridade, em 2000, era de 5,9% e em 2015 subira para 8%. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a prematuridade é a principal causa de morte neonatal e infantil devido a prematuridade extrema/ prematuros de muito baixo peso e a sequelas graves, respetivamente. Dados de 2015 comprovam isso mesmo, com o registo de 1 milhão de mortes em crianças com menos de 5 anos e 4 milhões de mortes nos primeiros 28 dias de vida. 

Olhão junta-se a estes verdadeiros ‘guerreiros’ que são os prematuros, na divulgação da prematuridade e na procura de respostas para aqueles que carregam consigo o ‘peso’ de um nascimento prematuro. No próximo sábado, às 10h30, vestir roxo é alertar e ajudar esta causa.

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O Círculo das Associações de Pais e Encarregados de Educação dos Agrupamentos de Escolas do Concelho de Olhão (CAPEEAECO) promove esta sexta feira, 16 de novembro, Dia Internacional para a Tolerância, uma caminhada, iniciativa que conta com o apoio do Município de Olhão e é a primeira organizada em conjunto pelas 4 associações de pais do concelho.

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Com concentração no Jardim Pescador Olhanense, pelas 18h30, a Marcha das Luzes pela Tolerância terá início 30 minutos mais tarde. Ao longo dos cerca de 6,5 Km do percurso, os participantes passarão por 7 escolas do concelho, onde, simbolicamente, estará colocada uma lona com a mensagem "Aqui somos tolerantes".

De acordo com a organização, “a tolerância é um tema cada vez mais pertinente numa sociedade onde se assiste a uma intensificação da intolerância social, onde a violência e o terrorismo, bem como os atos de intimidação contra pessoas que exercem a sua liberdade de opinião e de expressão são cada vez mais frequentes”.

Neste sentido, “é necessário defender a tolerância onde se aceita que todo o indivíduo tem a livre escolha das suas convicções e que o outro tem o direito de desfrutar da mesma liberdade”. Assim, a CAPEEAECO vai realizar uma marcha com este tema, a passar em todos os agrupamentos de escolas, deixando um sinal de sensibilização com o objetivo de despertar as comunidades escolares para esta problemática.

Os interessados em participar nesta caminhada de pais e filhos poderão inscrever-se através do link https://goo.gl/forms/zw2sOfxqTejk2ulG2, ou através do evento criado no Facebook, bastando clicar na opção “Procurar Bilhetes”.

Todos estão convidados a levar consigo uma luz, que será acesa pela tolerância ao longo de toda a caminhada.

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As melhores vozes do fado no concelho de Olhão juntam-se, na noite de 17 de novembro, a partir das 21h30, no Auditório Municipal de Olhão, para a II Gala dos Fadistas Olhanenses.

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A II Gala de Fadistas Olhanenses promete ser inesquecível, numa noite onde o fado volta a ser rei. Olhão é o berço de nomes sonantes do fado como Manuel Dias ou Cidália Moreira e, mais recentemente, Pedro e Teresa Viola, Sara Gonçalves ou Inês Graça, entre outros.

Na edição deste ano, sobem ao palco do Auditório da sua cidade, nomes como Carlota Rodrigues, Luís Moreno, Estrela Maria, Mário Saraiva e os já referidos Teresa Viola, Pedro Viola e Sara Gonçalves.

O fado, classificado pela Unesco em 2011 como Património Cultural e Imaterial da Humanidade, canta o sentimento, a alma lusitana, e é reconhecido em todo o Mundo como a canção nacional, que teve em Amália Rodrigues o seu expoente máximo.

Esta será uma noite a não perder, com muita alma portuguesa e, sobretudo, olhanense, no alinhamento.


A Biblioteca Municipal José Mariano Gago acolhe no sábado, 17 de novembro, pelas 15h00, a apresentação do novo livro de Sabino Soares, Stop! Respira! Decide!, “um guia prático de mindfulness para professores com alunos felizes”, que apresenta exercícios “que ensinam o coração para além da mente e do raciocínio”.

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Sabino Soares é professor, criador do Programa de Mindfullness Bkind, integra a equipa do Quiron - Centro de Estudo de Analogia e Astrophisia, organiza retiros de mindfulness para famílias e é, também, fundador da Ecstatic Dance Faro, que se pode traduzir como "Dança Êxtase", ou seja, uma dança consciente que reúne muitas pessoas, levando-as a atingir estados meditativos através do movimento livre, ritmo natural e sabedoria do corpo.

É através do mindfulness, da dança consciente, das formações, retiros e cursos que organiza, que Sabino Soares tenta trazer uma vida com maior qualidade, verdade, alegria de viver e leveza à sua comunidade, pois acredita que “cada um de nós tem o poder e a capacidade de contribuir para uma vida mais positiva e feliz para as pessoas que se encontram à nossa volta”.

A apresentação de Stop! Respira! Decide! estará a cargo de Andreia Guerreiro Laginha.

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