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2015-173-noites-de-levante-02-01Na noite de 18 de agosto, Olhão vai ser invadido por piratas! A Avenida 5 de Outubro e a zona ribeirinha vão ser tomadas de assalto, no arranque das “Noites de Levante”, que se prolonga até dia 25 com muito mais para oferecer, numa iniciativa do Município de Olhão.

Música, teatro, recriação histórica, artes circenses, dança e muita animação, são alguns dos ingredientes da iniciativa. Com “Olhão – Noites de Levante” a autarquia pretende dinamizar vários pontos da cidade, nomeadamente na zona ribeirinha, com atividades de caráter lúdico, sem esquecer a vertente cultural.

Assim, dia 18, às 22h00, os piratas invadem a Avenida 5 de Outubro e a zona ribeirinha. Uma “investida” pacífica, levada a cabo pela Viv’arte, uma companhia de teatro sobejamente conhecida pelo trabalho desenvolvido no âmbito da recriação histórica, e que tem marcado presença em eventos por todo o País, e mesmo no estrangeiro.

Uma hora mais tarde, às 23h00, e desta vez no Jardim Patrão Joaquim Lopes, voltamos a viajar no tempo com a Viv’arte, num momento de história viva com “O Guardião do Tesouro”, onde os malabares de fogo são protagonistas.

A noite de quarta feira, 19 de agosto, começa também às 22h00, com Cantigas F(o)leiras de Amor: trata-se da proposta do grupo algarvio Azinhaga, que leva ao palco do Jardim Patrão Joaquim Lopes uma sonoridade informal, constituída por um cancioneiro bem disposto e em português, que sabe falar de amor sem se levar demasiado a sério. Azinhaga é um projeto que reúne Luís Correia Carmelo (voz, concertina e ukulele), André Capela (guitarra e saxofone), Paulo Matos (contrabaixo) e Tiago Rêgo (percussão).

Saem os Azinhaga e entra Jazzafari! Ainda no Jardim Patrão Joaquim Lopes, mas já na noite de dia 20, a música tradicional portuguesa dá lugar ao jazz, ao reggae e à soul. Uma “mistura” tão bem sucedida quanto improvável, mas como o próprio artista diz: “o que eu gosto é de música!”. A não perder!

As “Noites de Levante” prosseguem no dia 21 de agosto, na Avenida 5 de Outubro e zona ribeirinha, com os Farra Fanfarra: especialistas em euforia coletiva e transmissão de ritmos contagiantes, os Farra Fanfarra são um grupo de músicos e animadores especializados na transmissão de energias positivas através da música acústica e do poder dos instrumentos de sopro e percussão. A força do ritmo partilha o palco com variados números de circo, tornando cada atuação dos Farra Fanfarra num acontecimento único e imprevisível. Bombos, caixas, timbales, pratos, tubas, sousafones e trombones, congas e tochas, trompetes, clarinetes, guitarra, megafones e escovas de dentes, saxofones altos e tenores, capacetes, e barítonos, constituem a parafernália instrumental da banda… Tudo é possível, a partir das 22h00!

A noite de sábado, 22 de agosto, é dedicada ao Mercado do Levante. Entre as 18h00 e as 00h00, o Jardim Patrão Joaquim Lopes enche-se de música, teatro, dança e artesanato, com os artesãos locais a mostrarem o que fazem melhor.

De volta ao palco do Jardim Patrão Joaquim Lopes, a noite de 23, a partir das 22h00, é dedicada ao teatro e à música, com o ator da Companhia de Teatro A Comuna, Alexandre Lopes, dono de um talento assinalável, como ator e cantor a dar vida ao recinto.

Na segunda-feira, 24 de agosto, a programação das “Noites de Levante” reserva uma noite de rock eletrónico e multimédia, com os Tripé, num espetáculo agendado para as 22h00, no Jardim Patrão Joaquim Lopes. Os Tripé são um projeto de música eletrónica, progressiva e ambiental, que combina sonoridades eletrónicas e instrumentos clássicos convencionais. O líder da banda, Miguel Munhá, que, para além de compositor, é também produtor e realizador de cinema, tem ligações a Olhão, tendo o seu bisavô sido um homem do mar.

A fechar as “Noites de Levante”, no dia 25, o mote é dado pela companhia Teatro do Mar, que leva à cena a peça “A Balada do Velho Marinheiro”, um espetáculo inspirado na obra do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge, “The Rime of the Ancient Mariner”. Levantamos um pouco o véu: um marinheiro mata um albatroz que ajudou o seu barco a sair de uma intempérie. Devido à insensatez do seu ato, é vítima de uma maldição. Um a um, toda a tripulação morre, restando apenas o marinheiro que, apesar de todas as contrariedades, acaba por chegar a terra… O resto deste espetáculo de teatro de rua para toda a família fica para descobrir no dia de encerramento das “Noites de Levante”, a partir das 22h00, no Jardim Patrão Joaquim Lopes.

Em suma, são oito noites repletas de motivos para sair de casa e visitar Olhão, desfrutando das “Noites de Levante” – nome que encontra a sua justificação por se realizar numa das zonas históricas da baixa de Olhão com esse nome, mas também pela associação ao mar ali tão perto.

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