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Face às previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para as próximas horas para o distrito de Faro, a Proteção Civil Municipal lança um aviso à população, no sentido de estar preparada para o meu tempo que se espera sobretudo a partir desta tarde.

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O IPMA prevê que as condições meteorológicas se agravem no distrito de Faro, devido à possibilidade de precipitação forte e fenómenos extremos de vento. Os valores de precipitação podem atingir os 20 mm/hora, em particular na parte da tarde. No que diz respeito à agitação marítima no distrito de Faro, as ondas de sueste poderão atingir os 2 metros, sendo de referir que a preia-mar em Faro se dará,hoje, às 17h02.

Face a estas expectáveis condições adversas, o Serviço Municipal de Proteção Civil alerta para os efeitos do mau tempo, nomeadamente piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água; possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem; possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis; possibilidade de inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem e possíveis acidentes na orla costeira.

A Proteção Civil de Olhão recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis. Recomenda-se à população que garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retire detritos e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas.

Na estrada, impõe-se a adoção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e acumulação de água nas vias. Outras recomendações prendem-se com não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas; ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas e estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.