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2013-040-Folar giganteDevido ao tempo instável será amanhã, domingo, a partir das 12h00, que  o jovem chef pasteleiro olhanense Filipe Martins, proprietário da Kubidoce, volta a adoçar a boca a residentes e visitantes que, por altura da Páscoa, rumam ao Sul do País e a Olhão.

Desta vez, e como manda a tradição, haverá folar gigante para provar, a partir das 12h00 do dia 24 de março, domingo, junto ao Largo da Restauração e à Igreja Matriz de Olhão. A iniciativa estava prevista para sábado, 23 de março, mas teve de ser adiada devido à instabilidade do tempo.

O sucesso com o bolo-rei gigante, no Natal, foi tal, que Filipe Martins decidiu meter novamente mãos à obra e oferecer, a 24 de março, quatro tipos de folar: o tradicional folar de Olhão (enrolado e com muito açúcar à mistura), o de mel e azeite (uma especialidade da Kubidoce), o folar da serra e o folar de chocolate.

Só o facto de ouvirmos falar em tantas coisas boas já nos faz crescer água na boca, mas até que tudo esteja pronto para oferecer aos milhares de visitantes que se espera rumem à baixa de Olhão neste dia, será necessário muito trabalho. “”Serão cerca de 300 quilos de folar, no total, com 70 a 80 metros de comprimento e feitos em formas de 70cmx13cm”, revela o chef pasteleiro, vencedor do Festival do Chocolate de Óbidos em 2010. E como o chocolate é outra das paixões de Filipe Martins, nesta época pascal há novidades: trata-se dos torrões de chocolate, um exclusivo na região algarvia, que se apresentam nas variedades de chocolate negro, branco, de leite, com amêndoas, avelãs e especiarias. Também os já conhecidos e originais bombons do chef continuam a marcar presença nas suas pastelarias.
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Voltando ao doce desta época, o folar, Filipe Martins diz que este “é mais um desafio. Como correu bem com o bolo-rei, sei que as pessoas gostaram muito, decidi apostar mais uma vez nesta iniciativa para divulgar o meu espaço e a minha cidade de Olhão”, refere o jovem empreendedor.

Muitos quilos de farinha e açúcar amarelo, ovos, fermento, aguardente de medronho e figo, Vinho do Porto, canela, erva-doce ou chocolate negro são alguns dos ingredientes que entrarão na confeção deste doce típico da Páscoa. No total, serão cerca de 24 horas de cozedura da massa, que antes tem de descansar e levedar.

“Será um processo ainda mais demorado e trabalhoso do que o bolo-rei e o modo de cozedura também é mais lento e com outro tipo de formas, mas vamos conseguir”, garante o jovem pasteleiro que fez no dia 5 de março um ano que abriu a sua primeira loja. Para abril prevê abrir o terceiro espaço, na Rua Almirante Reis (fábrica para cozedura de pão e bolos e cafetaria com venda ao público), ficando a sua atual e primeira loja, junto ao Largo da Restauração, para trabalhar sobretudo o chocolate, com um espaço de demonstrações e fabrico ao vivo. Mais uma aposta de um jovem empreendedor, que nesta sua iniciativa de oferecer folar aos olhanenses conta com o apoio do Município de Olhão e da ACRAL.
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