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2014-biblioteca-a-senhora-florestaApresentação do livro "A Senhora da Floresta"
Data: 25 do outubro de 2014
Hora: 16:00
Sala do Conto (Espaço Infantil) Biblioteca Municipal de Olhão
Público-alvo: Crianças a partir dos 7 anos

Autor: Maria Afonso

A autora nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, tendo, em finais de 1974 acompanhado o exílio da família para Portugal, primeiro para Lisboa e depois para a cidade de Faro. Durante parte da década de 1980 viveu em Évora, onde se licenciou em Arquitectura Paisagista e posteriormente regressou à sua adotiva cidade de Faro, na qual tem, desde então, exercido a sua profissão.
Criada num ambiente familiar onde era incentivada a leitura de livros com os mais diversos temas e onde o contar de histórias infantis era frequente, teve desde cedo gosto pela conjugação da escrita com a ilustração. Elaborou várias obras de banda desenhada durante a infância e a juventude, com uma das quais ganhou um prémio na Universidade do Porto e escreveu diversas histórias, das quais apenas uma foi ilustrada. A maternidade e o contacto diário com crianças acentuaram o gosto pelos temas fantásticos dos contos infantis tradicionais e pela ilustração figurativa.


Depois de um adiamento de vários anos, motivado pelas obrigações e responsabilidades familiares e profissionais, surge agora, com a publicação desta obra, a oportunidade de retomar a actividade de escritora e ilustradora.

Foi num lugar longínquo e imaginário, num tempo há muito passado, que uma criança presenciou a destruição da sua aldeia e de tudo aquilo que conhecia, por um grupo de cavaleiros cheios de ódio. Única sobrevivente, cheia de medo, a menina fugiu para a floresta sombria e inexplorada. Aí foi ajudada por uma mulher envolta em luz, que lhe deu o poder de curar e de compreender os animais.

Inicia-se assim a história da jovem que se tornou Senhora da floresta, amada e temida e do seu reencontro com o causador da destruição ocorrida no passado, uma história de amor e ódio, magia e compaixão, egoísmo e abnegação, cujo final, aparentemente triste, traz também um sentimento de esperança e pode ser entendido como um fim e um recomeço.