Deveremos, ainda, ter em consideração o tempo e a atenção disponíveis para dedicar ao nosso companheiro, bem como o espaço livre em casa e a capacidade financeira para suporte das despesas de alimentação e com cuidados médicos.
Assim, as regras de ouro da adopção são as seguintes:
1- Acarinhar e disponibilizar o tempo e a atenção indispensáveis ao seu companheiro.
2 - Garantir condições de higiene regulares. O animal e o local onde este se encontra devem estar sempre devidamente limpos. O espaço onde o nosso animal de estimação dorme, brinca e se alimenta deve permitir uma fácil limpeza e desinfecção.
3 - Fornecer alimentação diariamente e de acordo com a espécie, raça, idade e estado fisiológico do animal.
4 - Proteger do frio, chuva e calor excessivo e, sobretudo, garantir tranquilidade e incomodidade da vizinhança.
5 - Zelar pela saúde do nosso animal de companhia, procedendo às vacinações, desparasitações internas e externas e ao controlo da reprodução, e garantindo o acompanhamento médico-veterinário, em caso de doença.
6 - Esterilizar o nosso animal, macho ou fêmea, se não tivermos possibilidade de cuidar e encaminhar correctamente os cachorros ou gatinhos, evitando que crias possam ser negligenciadas ou abandonadas.
7 - Nunca deixar o nosso animal circular solto na via pública, mesmo que na nossa companhia, tendo em conta que, perante a lei portuguesa, os detentores de animais têm o dever de vigilância.
8 - Quando com ele circulamos na via pública, devemos sempre recolher, com a ajuda de um saco de plástico, os dejectos do nosso cão. Para além de um acto de cidadania, estamos também a contribuir na defesa da saúde pública, evitando a transmissão de doenças às pessoas, especialmente às crianças.
9 - Nunca se esqueça, um animal é um ser vivo, não é um objecto. Seja, pois, um detentor responsável.