A construção deste importante espaço de cultura para todos os olhanenses começou há dois anos e resulta do esforço desenvolvido pela Autarquia para que o concelho fosse contemplado com uma estrutura de cariz cultural de que carecia há já algum tempo. Da autoria do arquitecto António Meireles, custou cerca de cinco milhões de euros, tendo parte da verba dispendida na sua construção sido proveniente de fundos comunitários.
Situado numa zona nobre de Olhão e em franco desenvolvimento, junto à Docapesca, este espaço moderno e arrojado, com várias cabines de tradução simultânea, régie, gabinetes e camarins, entre outros equipamentos, vai permitir a realização de diversos eventos e espectáculos. Seja teatro, música dança, grandes conferências ou debates, o Auditório Municipal de Olhão tem com capacidade para acolher todo o tipo de iniciativas. Apresenta ainda outra facilidade: cerca de uma centena de lugares de estacionamento subterrâneo.
No próximo dia 21, Teresa Salgueiro apresenta ao público que se sentará pela primeira vez nas cadeiras do novo Auditório o seu novo trabalho, “Matriz”. Uma semana depois, a fadista Ana Moura promete levar igualmente muitos apreciadores ao novo espaço cultural de Olhão, onde cantará “Para Além da Saudade”. Ambos os espectáculos têm início às 21h30 e os bilhetes, com o preço unitário de 10€, podem ser adquiridos no próprio Auditório de segunda-feira a sábado das 14:00 às 18:00.
Com uma forte aposta na qualidade e variedade, para conquistar todo o tipo de públicos, o Auditório Municipal de Olhão recebe teatro pela primeira vez nas noites de 17, 18 e 19 de Abril com a peça “Saia Curta e Consequências”, encenada por Paulo Matos e que conta com Cláudia Vieira no papel principal. A 24 de Abril será o cante alentejano de Vitorino a encher o palco olhanense.