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As freguesias do concelho de Olhão apresentam uma grande diversidade de atrativos. Umas, por estarem perto do mar, privilegiam atividades como a pesca e a indústria conserveira; outras têm caraterísticas mais rurais mas igualmente de grande importância para a complementaridade que este concelho encerra.
São freguesias com história, que revelam a sua importância ao longo dos tempos. É igualmente importante conhecer as suas riquezas atuais.


União das Freguesias Fuseta-Moncarapacho

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Após aprovação da Lei22/2012, com aplicação em 2013, houve uma reorganização administrativa territorial autárquica, implicando a união de algumas freguesias ao longo de Portugal. No caso das freguesias da Fuseta e Moncarapacho, passaram a ter a designação de União das Freguesias Fuseta-Moncarapacho, mas mantiveram a sua identidade cultural e histórica, incluindo os seus símbolos históricos, conforme previsto no art.º 9 da mesma lei.

Para quem desejar conhecer quer a Fuseta quer Moncarapacho, deixamos uma breve descrição das localidades.
A Fuseta tem pouco mais de 2000 residentes, mas é um dos principais locais do concelho em termos de atração turística, com duas praias: Fuseta Ria e Fuseta Mar. Esta última, recentemente intervencionada, tem para oferecer um pequeno paraíso, com mar e areal a perder de vista. Bastam 5 minutos de barco para lá chegar, desde a localidade da Fuseta. No verão, é um dos locais preferidos para quem visita o concelho. Também o Parque de Campismo, paredes meias com a Ria, é um dos pontos de atração que acolhe milhares de turistas por ano.

Tal como Olhão, também a Fuseta tem na pesca uma das suas principais atividades. Tanto a Ria Formosa (bivalves) como o mar são o sustento de muitas das famílias daqui oriundas.
A Igreja Matriz da Fuseta e a Torre de Bias são dois dos locais com importantes caraterísticas arquitetónicas a visitar. Como terra de pescadores que é, ainda conserva muitas das suas casas de forma cúbica, rematadas por terraços, de onde se pode ver as curiosas chaminés de bala, caraterísticas desta zona do Algarve.

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Moncarapacho foi a primeira freguesia do concelho de Olhão a ser instituída, com cerca de cinco séculos de existência. A sua criação data de 19 de junho de 1471. No último quartel do século XIX, chegaram para habitar Moncarapacho famílias nobres que se tinham distinguido nos campos de batalha do Norte de África, na Reconquista ou nos Descobrimentos e assim começou o seu crescimento. 
Uma das grandes referências culturais da localidade é o seu rancho folclórico, existente desde 1963, e que se tem dedicado à recolha de danças e cantares, bem como de todos os seus trajes típicos. As suas danças, sempre alegres e com um ritmo contagiante, são compostas por corridinhos, bailes de roda e baile mandado. Outro evento que marca a agenda em Moncarapacho é o carnaval, um dos mais antigos do País, que junta miúdos e graúdos num desfile de carros alegóricos.
Moncarapacho é uma típica povoação do barrocal algarvio caraterizada pelas suas hortas, pomares, figueirais e amendoeiras. No centro urbano ainda existem algumas casas representativas da arquitetura do século XIX e início do século XX.


Olhão

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A freguesia de Olhão, situada na cidade sede de concelho com o mesmo nome, tem para mostrar aos visitantes uma vasta área de património histórico e arquitetónico. A zona histórica, nomeadamente os núcleos da Barreta e do Levante são atrações pelas suas ruelas estreitas e casas antigas, locais onde se alojaram os primeiros pescadores de Olhão.

Banhada pela Ria Formosa, a freguesia de Olhão, entre muitos outros atrativos, exibe junto a essa Maravilha Natural de Portugal, os Mercados Municipais de Olhão, um ponto de encontro para todos os residentes e visitantes da cidade. A Avenida 5 de Outubro e vias circundantes, também nesta zona da cidade, apresenta uma vasta oferta de restaurantes, onde o peixe e os mariscos, assim como os pratos tradicionais da zona são reis.


Pechão

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Pechão é uma pequena freguesia rural, onde abundam as amendoeiras e as figueiras e que se situa a apenas 4 km tanto de Olhão como de Faro.

A Igreja de Pechão destaca-se por se encontrar no ponto mais alto da localidade. Daqui encontra-se uma bonita vista que alcança toda a região até ao mar.
Uma curiosidade interessante é que anexa à Igreja, e em plena rua, vemos uma pequena Capela dos Ossos. Podemos ainda visitar a Fonte Velha, a Casa-Museu de Pechão e o Chalé de Belamandil, o Solar do Torrejão, os moinhos de costa e a nora dos 3 engenhos em Belamandil.

Um dos principais atrativos, destinado sobretudo ao público jovem, é o festival de música Rock na Ribeira, que já se realiza desde os anos 90. A vertente cultural está bem patente nos eventos realizados amiúde na localidade, um dos motivos pelo qual merece ser visitada.



Quelfes

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Embora a localidade que lhe dá o nome seja muito pequena, a freguesia de Quelfes abarca uma vasta área que inclui uma parte da própria cidade de Olhão e a Ilha da Armona.

Nos arredores de Quelfes (a caminho da pequena povoação de Brancanes), a ponte de origem romana, por diversas vezes reconstruída, é testemunho da sua antiguidade e símbolo histórico: em 1808, as tropas de Napoleão foram aqui derrotadas num combate, servindo de exemplo para todo o Algarve.
Também em Quelfes situa-se o chalé do poeta, pintor e músico João Lúcio, atualmente um local vocacionado para a sensibilização ambiental.

A Igreja Matriz é outra das atrações de Quelfes: a sua antiguidade é denunciada pela porta lateral gótica. O portal principal, em estilo renascença (séc. XVI) é singelo. Já o interior é amplo, com três naves.