289 700 100
 
geral@cm-olhao.pt
 
A parceria entre a Câmara Municipal de Olhão e a Altice Labs, que visa a criação no concelho de uma incubadora de empresas de base tecnológica, é formalizada esta quinta feira, 4 de outubro, com a cerimónia de assinatura do respetivo protocolo, que decorre nos Paços do Concelho, às 10h30, com a presença do presidente da autarquia, António Miguel Pina, e do presidente Executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca.

2017-188-altice-labs-02
Em causa está a implementação em Olhão de uma incubadora de investigação e desenvolvimento de produtos de base tecnológica, que surge na sequência de outros dois polos complementares à estrutura principal, na Universidade de Aveiro, situados em Viseu e no Funchal.

Conforme sublinha António Miguel Pina, “a Altice é para nós um parceiro fundamental num setor em que o Algarve, e particularmente Olhão, se querem distinguir – o do desenvolvimento tecnológico. Este é mais um passo formal de um novo projeto, que tem vindo a ser trabalhado desde o início de 2017”.

Na prática, este polo funcionará como uma plataforma a partir da qual empresas e desenvolvedores particulares poderão trabalhar em novas aplicações ou tecnologias que se enquadrem na estratégia de desenvolvimento do grupo Altice.

Esta parceria funcionará resultado de um encontro de sinergias: à autarquia compete proporcionar as instalações e dinamizar as entidades que vão avaliar as propostas que se candidatem; a Altice, por seu lado, contribuirá com todos os recursos à sua disposição, do financiamento ao know-how, passando pelo acesso a um mercado global por parte das ideias de inovação, produtos e tecnologias que surjam.

“Mais um passo dado no sentido criar não só empregabilidade tradicional, mas uma nova empregabilidade, que surgiu com o boom tecnológico dos últimos anos. Olhão tem que estar na linha da frente desta nova realidade, para que os nossos jovens não tenham que ir viver e trabalhar para Lisboa, ou mesmo para o estrangeiro, se quiserem ter uma carreira na área das novas tecnologias”, conclui António Miguel Pina.