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Olhão comemorou esta quarta feira, dia 16 de junho, o Dia da Cidade. O feriado municipal assinalou os 213 anos sobre o levantamento popular que, em 1808, aquando da ocupação francesa, culminou na expulsão das tropas napoleónicas de Olhão.

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As comemorações deste ano decorreram, ainda, em moldes diferentes dos tradicionais, fruto das contingências da pandemia.

O programa teve início às 09h30, com a cerimónia do hastear das bandeiras junto aos edifício dos Paços do Concelho, a que se seguiu a tradicional homenagem aos heróis da Restauração de 1808 e a inauguração da exposição Chegaram os franceses: da memória à tela, no Museu Municipal – Edifício do Compromisso Marítimo.

O programa de comemorações prosseguiu em Moncarapacho, onde foi inaugurado o Parque de Lazer José Marcelino Dias, frente à escola António João Eusébio. O novo equipamento urbano vem proporcionar à população da freguesia um espaço de fruição, que contempla jardim, parque infantil, ginásio ao ar livre, ao mesmo tempo que criou uma bolsa de estacionamento de 50 lugares.

Antes da sessão solene, que decorreu no Auditório Municipal perante uma audiência reduzida, houve ainda tempo para uma visita às obras de requalificação do Jardim Pescador Olhanense, que estarão concluídas muito em breve.

Já no Auditório, o presidente da autarquia, António Miguel Pina, garantiu que nunca se furtou nem furtará a reivindicar junto do poder central aquilo que considera justo para o concelho de Olhão, lembrando que “somos um povo de convicções e princípios. Como no passado, no presente e no futuro, iremos lutar para conseguir o que é justo para o nosso concelho”.

Num ano em que as comemorações ainda decorreram sob os constrangimentos impostos pela pandemia, o autarca lembrou os prejuízos económicos, sociais e de perda de vidas provocados pela crise pandémica, que obrigou “à alteração de algumas prioridades no que diz respeito à gestão autárquica, com um reforço substancial dos apoios sociais, logísticos e financeiros prestados pela autarquia à população”, que representou um esforço de mais de 1 milhão de euros desde o início da pandemia. “Um trabalho invisível que conteve a crise social e os números da pandemia no concelho”, acrescentou.

Olhando de forma otimista para os tempos que se avizinham, o edil acredita que o Plano de Recuperação e Resiliência irá relançar o futuro do país e do concelho no caminho do desenvolvimento, interrompido pela pandemia.

No último Dia da Cidade deste mandato, António Miguel Pina aproveitou para fazer um balanço do trabalho desenvolvido nos últimos 4 anos, “um trabalho do qual nos podemos orgulhar, um trabalho de negociação e de união, cujo resultado foi a aprovação por unanimidade de mais de 95% das propostas da autarquia”.

Depois de, no primeiro mandato, “se ter reduzido a dívida em mais de 13 milhões de euros”, o segundo mandato foi, de acordo com o autarca, dominado pelo investimento “na educação, na ação social, no desporto, no ambiente e na habitação social, mas também nas infraestruturas, como o saneamento e o abastecimento de água, na requalificação do espaço público e da rede viária e na criação e implementação de ferramentas de ordenamento do território”.

Quanto à sua visão para o futuro do concelho, e depois da construção da ETAR Faro-Olhão, “que foi a grande vitória dos últimos anos junto do poder central”, António Miguel Pina não hesita em apontar a nova variante como “a principal obra a realizar nos próximos anos, a par da criação de emprego qualificado”.

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